Exame eletrocardiograma (ECG): o que é, para que serve, importância e como é feito

por Equipe Mais Laudo / Há 6 dias
Paciente deitado realizando exame eletrocardiograma com eletrodos fixados no tórax e aparelho ECG

Monitorar a saúde cardiovascular é fundamental tanto na medicina preventiva quanto na rotina de clínicas de saúde ocupacional. Dentro deste cenário, o exame eletrocardiograma (ECG) se consolidou como um dos mais acessíveis, rápidos e informativos da prática médica, atuando como a primeira linha de defesa na identificação de anomalias que afetam o músculo cardíaco.

Continue a leitura e saiba mais sobre o exame. Até o final, confira

  • O que é eletrocardiograma (ECG)?
  • Para que serve o exame eletrocardiograma?
  • Como é feito o eletrocardiograma?
  • Como ler e avaliar o eletrocardiograma?
  • Resultado do eletrocardiograma (ECG): quais os obtidos?
  • Qual é a importância desse exame?
  • ECG e telemedicina
  • FAQ: dúvidas frequentes
  • Considerações finais

Resumo

  • O eletrocardiograma avalia a condutividade elétrica do coração. O exame detecta anomalias precocemente, monitora a evolução de doenças cardíacas e serve como ferramenta de avaliação em exames admissionais e demissionais na saúde ocupacional;
  • O preparo exige repouso de 5 minutos antes do procedimento, além de evitar o consumo de cigarros, bebidas alcoólicas e estimulantes como o café. O técnico aplica gel condutor e fixa eletrodos no tórax, nos punhos e nos tornozelos do paciente, permitindo que o eletrocardiógrafo registre e imprima doze visões distintas chamadas de derivações;
  • O gráfico impresso em papel milimetrado apresenta as ondas P que indicam a contração dos átrios, o complexo QRS que reflete a contração dos ventrículos e a onda T correspondente ao relaxamento ventricular. O traçado normal apresenta ritmo sinusal com frequência cardíaca estável entre 60 e 100 batimentos por minuto e intervalos de tempo sincronizados;
  • O exame identifica arritmias que afetam o transporte de sangue, hipertrofias nas paredes cardíacas causadas por sobrecarga como a hipertensão e bloqueios de ramo que atrasam o estímulo elétrico. Em situações de emergência, o ECG é crucial para diagnosticar o infarto agudo do miocárdio ao apontar desnivelamentos específicos no segmento ST;
  • A integração do exame com a telemedicina permite a emissão de telelaudos para otimizar o atendimento em clínicas e hospitais. O procedimento é realizado fisicamente por um profissional capacitado no local e os dados são enviados para uma plataforma digital, onde cardiologistas analisam o gráfico e assinam o resultado remotamente.

O que é eletrocardiograma (ECG)?

O eletrocardiograma é um exame que avalia a condutividade elétrica do coração, responsável pela contração do músculo e liberação de sangue para todos os órgãos e tecidos para manutenção do aporte de energia.

As substâncias responsáveis pela condutividade elétrica do coração são os íons sódio e potássio, que transitam entre as células cardíacas (cardiomiócitos) e promovem os batimentos por meio da contração e relaxamento do coração.

A contração faz pressão para o sangue passar pelas artérias e ser distribuído para todo o organismo e o relaxamento facilita o enchimento desse líquido para que o processo ocorra novamente.

– Leia também: Exame ecocardiograma: o que é, tipos, como é feito e principais indicações

Para que serve o exame eletrocardiograma?

O exame eletrocardiograma detecta anormalidades na condutividade elétrica do coração e pode ajudar a identificar doenças nesse órgão. Isso porque avalia a funcionalidade do músculo cardíaco e se ela está adequada conforme os sintomas relatados pelo indivíduo.

Muitas doenças cardíacas são detectadas precocemente mediante a realização desse procedimento, o que diminui as complicações em longo prazo e garante melhor qualidade de vida.

Além disso, o eletrocardiograma pode complementar outros exames, tais como o teste ergométrico e o doppler, que podem ser solicitados pelo médico a fim de obter um diagnóstico mais condizente com todos os sintomas apresentados pelo paciente.

O eletrocardiograma também pode ser requisitado em exames admissionais ou exames demissionais para avaliar a função cardiovascular, devido às condições laborais do trabalhador.

Como é feito o eletrocardiograma?

Para a realização do ECG, o indivíduo deve permanecer em repouso por 5 minutos antes do procedimento, para que o resultado não sofra influência de fatores externos, tais como atividades físicas ou uso de cigarros. O exame não exige jejum, mas é recomendado evitar refeições muito pesadas e o consumo de bebidas alcoólicas ou estimulantes (como café ou energéticos) antes do exame.

Em seguida, são colocados os eletrodos na parede torácica anterior (região frontal do peito), nos punhos e tornozelos, e aplica-se um gel sobre esses dispositivos para facilitar a medição da corrente elétrica.

Um ponto fundamental nesse processo é certificar-se que houve um contato efetivo da pele com o eletrodo para evitar que eles se desprendam durante o procedimento e o profissional tenha que refazer as análises.

O eletrocardiógrafo é ligado e conectado aos eletrodos por meio de fios que registrarão a atividade elétrica do coração. Após o exame, o aparelho fará a impressão de 12 visões distintas do registro quais sejam: derivações periféricas bipolares (DI, DII e DIII), derivações periféricas unipolares (aVR, aVL e aVF) e derivações precordiais (V1, V2, V3, V4, V5, V6).

– Leia também: Aprenda a escolher um aparelho de ECG para seu consultório ou clínica

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Como ler e avaliar o eletrocardiograma?

O coração funciona como uma fonte de corrente elétrica durante as atividades cotidianas, função essencial para promover a contração do músculo cardíaco e possibilitar a ejeção do sangue para as veias pulmonares.

Assim, durante o ECG, são registradas as variações dos potenciais elétricos gerados no meio extracelular proveniente da atividade cardíaca. Nesse sentido, são gerados ondas características denominadas de P, Q, R, S e T.

As ondas P com amplitude de 0,25mV correspondem à despolarização atrial, situação em que precede contração dessa parte do coração, enquanto a onda Q, R e S referem-se à despolarização ventricular em diferentes dimensões e intervalos. Ao final, a onda T é resultado da repolarização ventricular.

Porém, a primeira etapa do ECG consiste em mensurar a frequência cardíaca do individuo, que deve estar no intervalo entre 60 a 100 bpm (batimentos por minuto). Em seguida, avalia-se o ritmo cardíaco, resultado dos cálculos obtidos entre os R.

Os demais pontos se referem ao intervalo P – R, que para ser considerado fisiológico, ou seja, sem anormalidades, deve situar entre 0,12 a 0,20 segundos. E o complexo QRS, que deve durar até 0,12 segundos.

Assim, ao final da análise das ondas, o profissional deve detectar áreas importantes referentes à frequência, ritmo, eixo, hipertrofia e infarto. A partir da impressão do ECG em papel milimetrado será possível apurar esses fatores.

– Leia também: Eixo cardíaco no ECG: como identificar e fazer o cálculo?

Resultado do eletrocardiograma (ECG): quais os obtidos?

Medico segurando resultado impresso de exame eletrocardiograma com traçado de ritmo cardíaco em papel
O resultado do exame eletrocardiograma apresenta o traçado do ritmo cardíaco, permitindo ao médico identificar arritmias e outras alterações no coração | Imagem por Magnific/fetrinka

O resultado do eletrocardiograma fornecerá informações sobre o ritmo de contração cardíaca e se o intervalo está dentro da normalidade. Sendo assim, pode detectar arritmias atriais ou atrioventriculares.

No primeiro caso, o problema se instala nos átrios e, com isso, dificulta o transporte de sangue para os ventrículos, evidenciando uma congestão que pode comprometer também a função pulmonar.

A arritmia atrioventricular é mais complexa, pois interfere em todo o processo de ejeção de sangue para os órgãos, causando fadiga no paciente ao menor esforço físico, sendo potencialmente fatal.

Além das arritmias, o exame é fundamental para o diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM). Diante de uma artéria obstruída, o ECG aponta padrões específicos de sofrimento do músculo cardíaco, como o supradesnivelamento ou o infradesnivelamento do segmento ST, permitindo uma intervenção médica imediata para desobstrução do vaso.

Outro achado comum no traçado são as hipertrofias ventriculares ou atriais, que consistem no aumento da espessura das paredes do coração. Essa condição geralmente decorre de uma sobrecarga crônica no órgão, provocada por patologias como a hipertensão arterial sistêmica crônica ou estenoses valvares.

O procedimento também identifica distúrbios de condução conhecidos como bloqueios de ramo (direito ou esquerdo). Nessas situações, há um atraso ou interrupção na propagação do estímulo elétrico pelos canais que estimulam os ventrículos, o que altera o formato e a duração do complexo QRS.

O que é um eletrocardiograma normal?

Para que o ECG seja considerado normal ou laudado como “dentro dos padrões de normalidade”, o traçado deve apresentar o chamado ritmo sinusal. Isso significa que o estímulo elétrico está nascendo no local correto do coração (o nó sinusal) e se propagando de forma regular.

Visualmente, o gráfico impresso em papel milimetrado precisa respeitar critérios específicos:

  • Frequência cardíaca basal: deve se manter estabilizada na faixa de 60 a 100 bpm em repouso;
  • Ondas e complexos alinhados: a onda P deve anteceder cada complexo QRS de maneira fixa, indicando que a contração dos átrios ocorre em perfeita sincronia com a dos ventrículos;
  • Intervalos fisiológicos: o intervalo P-R e a duração do complexo QRS devem respeitar os limites de tempo padrão (até 0,20 e 0,12 segundos, respectivamente), sem atrasos na condução do estímulo;
  • Linha de base estável: a ausência de desnivelamentos no segmento ST ou de inversões anômalas na onda T, o que descarta sinais imediatos de isquemia ou sobrecarga de volume nas câmaras cardíacas.

Os resultados interpretados no ECG devem ser comparados com exames clínicos prévios, com a inserção ou suspensão dos medicamentos e para avaliar a efetividade das cirurgias cardiovasculares.

– Leia também: Diretriz ECG: Confira as principais orientações da SBC para o exame

Qual é a importância desse exame?

Como esse exame mede a atividade elétrica do coração, qualquer anormalidade nessa função será identificada como doença cardíaca. Assim, por meio da análise impressa do eletrocardiógrafo, será possível identificar anginas, disfunções nas válvulas e artérias bloqueadas.

Além disso, o exame eletrocardiograma serve para monitorar a evolução das doenças cardíacas já identificadas e a eficácia dos dispositivos implantados no coração, principalmente aqueles que controlam a condutividade elétrica do órgão.

Entender o que é eletrocardiograma e suas principais indicações é importante também para manter a saúde ocupacional de colaboradores. Isso porque esse exame avalia a função cardíaca na medida em que identifica a condutividade elétrica do coração e monitora os dispositivos implantados nesse órgão.

Dessa forma, será possível identificar anormalidades cardíacas precocemente e instituir medidas preventivas que garantam a saúde e disposição do trabalhador.

ECG e telemedicina

A evolução digital na área da saúde trouxe alternativas para otimizar a rotina de clínicas e consultórios, sendo a emissão de laudos a distância, os telelaudos, uma das ferramentas.

Na cardiologia, a integração do eletrocardiograma com a telemedicina permite que o exame seja realizado localmente por um profissional capacitado, enquanto a interpretação dos dados é feita remotamente por médicos especialistas.

O processo funciona de maneira simples: após a captação dos sinais elétricos do coração pelos eletrodos, as informações são enviadas digitalmente para uma plataforma de telemedicina, como a Mais Laudo. Em seguida, cardiologistas analisam as ondas e complexos do traçado e liberam o resultado assinado digitalmente.

Essa prática soluciona gargalos da medicina diagnóstica, como as limitações de orçamento, a escassez de médicos especialistas em regiões afastadas ou a sobrecarga desses profissionais nos grandes centros.

– Saiba mais em: Eletrocardiograma com laudo à distância: como funciona e principais benefícios

FAQ: dúvidas frequentes

Reunimos a seguir as principais dúvidas sobre o exame ECG. Confira!

O que é eletrocardiograma?

É um exame simples e não invasivo que registra a atividade elétrica do coração por meio de eletrodos posicionados na pele, ajudando na avaliação do ritmo cardíaco e do funcionamento do coração.

O que o eletrocardiograma detecta?

O eletrocardiograma pode detectar alterações no ritmo cardíaco, arritmias, sinais de sobrecarga cardíaca, distúrbios na condução elétrica do coração e indícios de doenças cardíacas, auxiliando o médico no diagnóstico e acompanhamento do paciente.

Eletrocardiograma detecta infarto?

Sim, ele pode identificar sinais de infarto agudo do miocárdio, principalmente quando realizado durante os sintomas, mostrando alterações características que ajudam no diagnóstico rápido e no encaminhamento para tratamento adequado.

Qual o preparo para eletrocardiograma?

O preparo costuma ser simples, sendo recomendado usar roupas confortáveis, evitar cremes ou óleos na pele do tórax e permanecer relaxado durante o exame para não interferir nos resultados.

Eletrocardiograma precisa de jejum?

Não, mas é recomendado evitar refeições pesadas e o consumo de bebidas alcoólicas ou estimulantes, como café ou energéticos, antes do exame.

Como é feito o eletrocardiograma?

O eletrocardiograma é feito com a colocação de eletrodos adesivos no tórax, braços e pernas do paciente, que permanece deitado enquanto o aparelho registra a atividade elétrica do coração em poucos minutos.

Qual a posição dos eletrodos no eletrocardiograma?

No eletrocardiograma convencional, os eletrodos são posicionados nos braços, pernas e em seis pontos específicos do tórax para captar a atividade elétrica do coração sob diferentes ângulos. No tórax, os eletrodos ficam nas posições V1 a V6: V1 no 4º espaço intercostal direito ao lado do esterno, V2 no 4º espaço intercostal esquerdo, V3 entre V2 e V4, V4 no 5º espaço intercostal na linha médio-clavicular, V5 na linha axilar anterior e V6 na linha axilar média.

Ansiedade pode alterar ECG?

Sim, a ansiedade pode provocar alterações temporárias no eletrocardiograma, como aumento da frequência cardíaca e palpitações, mas isso não significa necessariamente a presença de uma doença cardíaca.

Grávida pode fazer eletrocardiograma?

Sim, grávidas podem fazer o exame com segurança, pois o exame não utiliza radiação e é considerado seguro tanto para a gestante quanto para o bebê.

Quanto tempo demora um eletrocardiograma?

O eletrocardiograma costuma ser rápido, levando em média entre 5 e 10 minutos para ser realizado, incluindo a preparação e a colocação dos eletrodos.

Como ler um eletrocardiograma?

A leitura é feita por um profissional capacitado, que avalia a frequência cardíaca, o ritmo do coração, os intervalos elétricos e o formato das ondas registradas no exame. Durante a análise, são observadas as ondas P, QRS e T, responsáveis por representar a atividade elétrica cardíaca, além da frequência normal entre 60 e 100 bpm, o intervalo P-R e a duração do complexo QRS. A interpretação do ECG permite identificar alterações como arritmias, hipertrofias, bloqueios de condução e sinais de infarto agudo do miocárdio.

Como é um eletrocardiograma normal?

Um eletrocardiograma normal apresenta ritmo sinusal, indicando que o estímulo elétrico do coração está sendo gerado corretamente pelo nó sinusal e conduzido de forma adequada pelas câmaras cardíacas. No traçado, a frequência cardíaca deve permanecer entre 60 e 100 batimentos por minuto, com ondas e complexos organizados, onda P precedendo cada complexo QRS, intervalos dentro dos padrões fisiológicos e ausência de alterações no segmento ST ou inversões anormais da onda T, demonstrando funcionamento cardíaco dentro da normalidade.

O que é ritmo sinusal no eletrocardiograma?

Ritmo sinusal é o padrão considerado normal dos batimentos cardíacos no eletrocardiograma, indicando que os impulsos elétricos estão sendo gerados corretamente pelo nó sinusal do coração.

O que é ECG convencional de até 12 derivações?

É o modelo mais utilizado de eletrocardiograma, realizado com diferentes pontos de captação elétrica para analisar o coração sob vários ângulos e identificar alterações cardíacas.

Quanto custa um eletrocardiograma?

O preço do eletrocardiograma pode variar conforme a clínica, cidade e tipo de atendimento, mas normalmente o valor fica entre R$ 40 e R$ 200 em clínicas particulares. Alguns locais oferecem o exame por cerca de R$ 99, enquanto laboratórios podem cobrar a partir de R$ 41 para o ECG simples.

Onde fazer eletrocardiograma?

O eletrocardiograma pode ser realizado em clínicas, hospitais, laboratórios e centros de diagnóstico cardiológico, mediante solicitação médica ou avaliação clínica. Caso você tenha uma clínica ou consultório, pode utilizar a opção de telelaudo para laudar o exame à distancia.

Qual o código TUSS do eletrocardiograma?

O código TUSS do ECG convencional de até 12 derivações é 40101010, utilizado por clínicas, hospitais e operadoras de saúde para identificação e faturamento do procedimento nos convênios médicos.

Qual o CID para eletrocardiograma?

O eletrocardiograma não possui um CID específico, pois o CID é definido de acordo com a condição clínica ou suspeita diagnóstica do paciente. Em exames de rotina ou check-up, pode ser utilizado o CID Z00.0, relacionado a exame médico geral e avaliação clínica sem diagnóstico definido.

Considerações finais

O eletrocardiograma é indispensável para a medicina diagnóstica e para a saúde ocupacional, pois fornece um mapeamento rápido e preciso da atividade elétrica do coração. A sua análise ajuda a detectar precocemente patologias complexas, o que diminui as complicações em longo prazo e garante a segurança do paciente e do trabalhador.

Acompanhar a evolução desse procedimento envolve adotar as ferramentas atuais. A integração do ECG com sistemas de telemedicina e empresas focadas em laudos a distância, como a Mais Laudo, soluciona as limitações de orçamento para a contratação de corpo clínico fixo e agiliza a entrega de resultados com total segurança jurídica e técnica. Entre em contato parra saber mais sobre essa integração!

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